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Como olham os líderes das associações empresariais para 2024?

À medida que o ano de 2024 avança, o panorama empresarial português enfrenta uma era de desafios significativos. Influenciado por um clima económico global instável e mudanças políticas iminentes no país, o setor empresarial encontra-se no limiar de uma nova era.

Neste ambiente de turbulência política e social, as empresas emergem como âncoras de estabilidade, carregando o fardo e ao mesmo tempo alimentando-se da energia da mudança positiva que define o povo português, em geral.

Fazer previsões no atual contexto macroeconómico é um jogo de alto risco, podendo ser rapidamente refutado pela realidade. No entanto, é provável que 2024 traga uma inflação mais controlada e taxas de juro estáveis, potencialmente revitalizando a confiança do mercado e estimulando investimentos. Contudo, a incerteza persiste, com projeções internacionais antecipando um abrandamento económico em Portugal.

Diante deste cenário, as empresas portuguesas enfrentam dois grandes desafios: primeiro, a necessidade de fortalecer as exportações e gerar mais valor, invertendo a tendência de queda observada no final de 2023. Segundo, a imperativa retenção de talentos e expertise para evitar a crescente emigração de profissionais qualificados. A escassez de talento ultrapassa agora outros obstáculos, como a elevada carga fiscal.

Apesar de 2024 parecer menos desafiador do que 2023, a instabilidade e incerteza continuarão presentes. O conflito na Ucrânia, a tensão no Médio Oriente, altas taxas de juro e custos energéticos elevados sinalizam um arrefecimento da economia global, afetando famílias, empresas e finanças públicas.

Assim, as previsões de crescimento são modestas, e a persistência de taxas de juro altas continuará a impactar negativamente as empresas, assim como a estagnação nos mercados exportadores. A crise política interna gera instabilidade, afetando a confiança económica e retardando decisões críticas. Esta conjuntura pode inibir investimentos e o consumo, prejudicando a economia.

Os desafios para o tecido empresarial incluem a necessidade de reduzir custos operacionais e explorar alternativas de financiamento, além do crédito bancário, para mitigar o impacto das altas taxas de juro. Isso implica uma melhoria na capacidade das empresas de atrair capital, aceder a incentivos e a soluções tecnológicas inovadoras.

As soluções oferecidas pela Dimep são uma alavanca chave para reduzir custos operacionais de forma significativa. Com uma gama de produtos tecnológicos avançados, como sistemas de gestão de tempo e presenças, a Dimep oferece às empresas as ferramentas necessárias para otimizar a eficiência operacional. Estes sistemas permitem um controlo rigoroso e detalhado das horas de trabalho, contribuindo para uma gestão de pessoal mais eficiente e reduzindo o tempo desperdiçado.


Além disso, a Dimep oferece soluções de monitorização de funcionários que são vitais na era atual, onde o trabalho remoto e a flexibilidade se tornaram aspetos cruciais do ambiente de trabalho. Estas soluções não só ajudam a manter a produtividade e a eficiência dos funcionários, mas também asseguram a conformidade com as normas laborais, o que é essencial para evitar custos inesperados relacionados com litígios ou penalidades. 


Ao implementar as soluções da Dimep, as empresas portuguesas podem esperar uma melhoria significativa na gestão de recursos humanos e uma redução tangível nos custos operacionais.

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