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Controlo de acesso de veículos: matrícula ou cartão?

Out 26, 2026 | Dimep Blog

Um carro aproxima-se da entrada da empresa.

O condutor apresenta um cartão? A matrícula é reconhecida? Existe outro processo de autorização?

Quando uma empresa começa a pensar em automatizar ou renovar o controlo de acesso ao estacionamento, é natural começar pela tecnologia.

Mas “cartão ou matrícula?” não devia ser a primeira pergunta.

Primeiro é preciso perceber quem entra, com que frequência, em que contexto e como funciona a circulação nas instalações.

Só depois faz sentido escolher a tecnologia.


Quem utiliza o estacionamento?

Imagine três carros a chegar à mesma entrada.

O primeiro pertence a um colaborador que faz aquele percurso todos os dias.

O segundo traz um visitante para uma reunião.

O terceiro é de um fornecedor que precisa de fazer uma entrega.

Todos precisam de entrar. Mas isso não significa necessariamente que devam passar pelo mesmo processo.

Este é um dos primeiros levantamentos a fazer antes de escolher uma solução de controlo de acesso de veículos:

  • Quem utiliza o parque?
  • Existem utilizadores permanentes e ocasionais?
  • Há visitantes?
  • Há fornecedores ou prestadores externos?
  • Existem diferentes zonas ou pontos de entrada?

O estacionamento deve ser pensado como parte da operação da empresa, e não apenas como uma entrada com uma barreira.

Cartão: quando pode fazer sentido?

O cartão é uma forma conhecida de identificação e pode integrar uma lógica mais ampla de controlo de acessos.

Ao avaliar esta opção, interessa perceber como será feita a atribuição das credenciais, quem as gere e como se enquadram nos restantes acessos existentes na organização.

Se a empresa já utiliza credenciais para outros pontos de acesso, por exemplo, vale a pena perceber se existe vantagem em enquadrar o estacionamento na mesma lógica de gestão.

A decisão deve considerar o percurso completo do utilizador e não apenas o momento em que chega à cancela.

Reconhecimento de matrícula: quando pode fazer sentido?

O reconhecimento de matrícula introduz outra lógica: utilizar o próprio veículo como elemento de identificação.

Pode ser particularmente interessante quando se pretende reduzir a necessidade de uma ação adicional do condutor à chegada.

Mas, novamente, a tecnologia deve ser avaliada no contexto real.

Que veículos utilizam regularmente as instalações? Como são tratadas alterações? Como serão geridos utilizadores ocasionais? O que acontece com visitantes e fornecedores?

Estas perguntas são tão importantes como a tecnologia utilizada para reconhecer o veículo.


E se existirem vários tipos de utilizadores?

É aqui que a escolha deixa de ser simplesmente “cartão ou matrícula”.

Um colaborador pode utilizar o estacionamento todos os dias.

Um visitante pode precisar de acesso apenas numa ocasião.

Um fornecedor pode chegar regularmente, mas com uma lógica diferente da de um colaborador.

A solução deve ser pensada tendo em conta estes diferentes fluxos.

O objetivo não é fazer todos entrar da mesma forma. É definir uma gestão de acessos adequada à operação.

A barreira é apenas uma parte da solução

É fácil reduzir um projeto de parking ao equipamento que abre e fecha a entrada.

Mas controlar o acesso de veículos implica pensar em todo o processo.

Quem deve entrar? Como é autorizado? Que tipos de utilizadores existem? Como se articula a entrada com a operação das instalações? É necessário acompanhar a ocupação? Existem vários pontos de acesso?

A DIMEP disponibiliza soluções de parking que incluem controlo de acessos, cancelas e ferramentas de gestão para diferentes contextos empresariais.

A solução concreta deve, no entanto, ser definida depois de analisar as necessidades de cada instalação.

5 perguntas para levar para uma reunião com um fornecedor

Antes de pedir uma proposta, tenha estas respostas consigo:

1. Quem utiliza atualmente o estacionamento?

Separe utilizadores regulares, visitantes, fornecedores e outros perfis relevantes.

2. Quantos pontos de entrada e saída existem?

A circulação física condiciona a solução.

3. Como é feito o acesso hoje?

E, sobretudo, onde surgem problemas ou trabalho manual.

4. O que pretende mudar?

Maior fluidez? Melhor gestão dos diferentes utilizadores? Automatização? Informação sobre a utilização do estacionamento?

Definir o problema ajuda a evitar comprar tecnologia sem resolver a necessidade.

5. Existem outros sistemas com os quais a solução deverá articular-se?

Esta informação deve ser discutida com o fornecedor antes da definição da solução.

Então: matrícula ou cartão?

Pode ser cartão.

Pode ser reconhecimento de matrícula.

Pode existir uma solução que combine diferentes formas de acesso.

A resposta depende da operação.

É precisamente por isso que uma avaliação deve começar pelas instalações e pelos seus utilizadores, e não por uma preferência tecnológica.

Explique à equipa DIMEP como funciona o estacionamento da sua empresa e peça uma proposta adequada à sua realidade.

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